quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Ron Mueck -Escultor Hiper- Realista

Mais um artísta deveras interessante. Ron Mueck é um escultor Hiper-Realista. E todo o seu trabalho fala por si.
Mueck é um criador de marionetas. Natural da Austrália, instalou-se em Londres em 1983 para trabalhar com Jim Henson, o famoso criador da Rua Sésamo e d'Os Marretas.as.
A sua entrada no mundo da Arte foi um verdadeiro escândalo! Uma das suas obras que apresentou foi a escultura do seu pai, recentemente falecido, todo nu. Plena de realismo, a escultura não media mais do que 1 metro de comprimento. Algo chocante pois transmitia uma ideia macabra, mas o seu objectivo seria transmitir um sentido acto de amor.

Natural




No Canto




O Nascer




o seu pai




Nota: Os temas não são os verdadeiros...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Terry Rogers - A sua Arte

Terry Rogers é um pintor Hiper-Realista que retrata o que, possivelmente, nós imaginamos o que acontece do outro lado da vida de pessoas incluidas no grupo de celebridades....Uma visão sobre o que acontece "dentro de casa" das celebridades que dão a esconder!


Frames Basically Sex & Hollywood






Para quem gosta fica a sugestão....

Roy Stuart - A sua arte

Alguma da sua arte....





Roy Stuart - Um Artista Nú e Crú

Um ponto de vista sobre a vida....



Volume I


Volume II



Volume III

nota: não consegui a foto do volume IV



Volume V


Um Artista a conhecer....


segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Momento de Amor





















Tirei esta fotografia quando me encontrava comigo mesma na praia.
Deparei-me com este momento de ternura entre um elo muito forte, Mãe e Filho.
Um Amor que jamais é quebrado, mesmo quando haja algum azar.

É este o sentimento de gostaria encontrar no que me rodeia, AMOR.
Um sentimento reconfortante, universal e gratuíto. É pena que não haja mais entrega a este sentimento puro e sem mentiras e enganos!

Intro IV

"- Olá, vim até cá. Posso sentar-me?

- Sim, este lugar também é teu! E sabes que podes vir cá sempre que te apeteceres.

- Então diz lá o que te traz aqui? Vieste ver a vista cá de cima?
Complementares esta beleza pura?

- Sim e não só. Vim contar-te que fui fazer reiki e adorei!


- Então conta....


- Foi á uma semana, sentia-me pesada e tinha sentimentos menos bons dentro de mim. Então fui ao reiki fazer uma limpeza e relaxar. Sinto-me bem, mas ás vezes desperta os sentimentos que absorvo dos outros mas contorno para não me afectar. Sei que consigo isso!


- Mas se não me engano teus olhos querem dizer-me algo? Estou certo, não?!


- Sim. Sabes, ando indignada.


- Então porquê?
- Sentimentos entre os mortais! Tento entender, e em parte entendo, porque é que eles não são capazes de dar mais valor aos bons sentimentos, isto é, o amor, a alegria, o partilhar, a humildade, a sinceridade, o ser-se verdadeiro, a amizade, a compaixão e até o perdão. E só dão valor ao ressentimento, a tristeza, ao desespero, á carência, ao ódio ou raiva, ao râncor. Sim todos somos humanos e temos tudo isso e muito mais, mas também temos a liberdade de escolher os sentimentos. Haver um equílibrio
entre eles, não dar demasiado valor e nem retirar valor..

- Sabes que tu para saberes andar direito passo a passo tens que cair até conseguires o teu equílibrio e nos sentimentos também é assim.
- Mas porque é que as pessoas tem que estar sempre a cair quando já sabem como é sentir algo que nos faz mal e muitas das vezes destróiem-nos? - Sim, isso é verdade, mas....é a natureza deles e muit
as das vezes muitos não conseguem ter esse equílibrio porque andam sempre perdidos. Mas existe outros que o conseguem mais tarde, mas até lá muito tiveram que sofrer para conseguir ter esse equílibrio dentro de si.

- Sim tens razão. Mas assim não será andar com os sentimentos? Não será brincar com as pessoas ou mesmo usá-las? Não será subjulgarem-se a eles mesmos?

- Pode ser que sim o
u então na verdade deles pode ser que não. Quando existe liberdade de escolha, temos que decidir o nosso caminho, percorrê-lo com os erros que cometemos e seguir em frente e tentar não cometê-los de novo. É assim que acontece em toda a nossa vivência. E é assim que crescemos a nossa essência, seja ela para o Bem, seja ela para o Mal!

- Sim é verdade, estamos
aqui para viver e crescer com a experiência. Mas deixa-me confessar-te algo que também me indigna. Fico indignada, mas não julgo nem condeno, quando as pessoas não se apercebem que uma relação é uma experiência, é uma vivência que faz com que aprendámos a saber lidar com certas situações e aprendámos a conhecermo-nos melhor. E que devem tirar o que é bom dessa relação, quando esta acaba ou deixa de ter sentido, e não fecharem os olhos ou deixarem-se cegar com o sofrimento. Sim porque sofrimento em demasia é masoquismo ou estúpidez!
Fico indignada porque vejo que o que se construíu no tempo da relação perde-se quando essa cegueira acontece e existe uma acusação mútua e o que fica é um buraco negro e vazio.
Tudo o que se viveu perde-se no negro desses sentimentos. E tudo em prol de quê? Egoísmo, a incapacidade de admitir que também errou, a capacidade de incompreender o outro e de incompreender o que realmente aconteceu, mas o pior é a incapacidade de aceitação do que acontece. Sim, muitas das vezes somos incapazes de aceitar o que nos acontece porque pensamos logo que á partida perdemos mas no fundo muitas das vezes perdemos algo que nunca tivemos na verdade, logo não perdemos. Somos incapazes de ver que afinal existe um ganho e não uma perda.
Fico indignada porque sei que aquilo que tenho em mim, não serve para os mortais. É demasiado abstrato,
não tem matéria e eles querem tudo o que esteja ligado a matéria para sentirem segurança. Pois não são capazes de abdicarem o excesso de materialismo que os rodeiam. E eu sei que nessa parte não tenho segurança, mas é algo k não me preocupa pois sei que irei tê-la no momento certo.

- Deixa estar. Não o fiques. Não percas isso que tens dentro de ti. É algo precioso e quando tiveres que dar dá. Alguém, depois, irá aperceber-se disso, do que tens em ti. Não te deixes indignar pelo excesso de materialismo, aceita-o. Ele existe, mas podes sempre contornar isso. Porque tu á partida não te preocupas pela escassez dele e sabes bem que podes viver sem esse excesso. E sabes bem aquilo que te faz feliz e satisteita...logo, não te preocupes! Os outros terão que perceber isso, como viver com o materialismo suficiente e não em excesso.


- Bem hajas, vou ficar aqui mais um pouco a contemplar essa maravilhosa vista contigo á minha beira. Sabes...gosto de estar aqui contigo. É algo que me faz Feliz!


- Bem haja as tuas palavras...serás sempre bem vinda e é sempre uma Felicidade ter-te aqui! "

sábado, 1 de novembro de 2008

Love Should - Letra

So we in sleep in bed
We never make
Holding close to love
Love should fade
Holding on to this is the best thing we'll ever do

Morning sun is sweet and soft on your eyes
Oh my love, you always leave me surprised
Before my heart starts to burst
With all my love for you

I know how it rains
I know how it pours
I never could feel this way
For anyone but you

I know how it rains
I know how it pours
I never could feel this way
For anyone but you

So it takes some time
And slip away
Holding on to love
Love should stay
Holding on to you is the best thing I'll ever do

Evening sun is sweet and soft in your face
I never ever leave this place
I feel my heart start to burst
With all my love for you

I know how it rains
I know how it pours
I never could feel this way
For anyone but you

I know how it rains
I know how it pours
I never could feel this way
For anyone but you

Ouvi esta canção uma vez e que marcará minha memória em tempos e nunca mais a ouvi até á pouco tempo. Descobri qual o álbum de Moby que continha esta música. Já coloquei-a em meu blogger e volto a colocar a letra.

Esta música é para alguém muito especial...á qual espero encontrar ou reencontrar de uma certa forma. É certo que já posso ter a encontrado e depois desencontrado...ou não!
Quem sabe se nós já não nos cruzamos ou estaremos a cruzar ou então futuramente...!
Quando a oiço sinto que é algo de futuro, consigo visualizar tudo, o cenário, o momento, a entrega mas com a excepção do rosto. Esse é incógnito aos meus olhos!

Não a tenho aqui fisicamente mas sei que tenho-a de outra maneira...!